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Documento do regime Merkel, Janeiro de 2012

Dado o cumprimento decepcionante até agora, a Grécia tem de aceitar deslocar a soberania orçamental para o nível europeu durante algum tempo

Miguel Portas

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O Conselho Europeu de fim de Janeiro incluiu na sua agenda a palavra maldita dos últimos dois anos: “crescimento”. Terão os 27 chefes de Estado e de governo da União mudado de ideias? Convenceram-se que, afinal, temos um problema de crescimento? Entraram no campeonato do relançamento económico? Sabem, ao menos, se ele é compaginável com a austeridade?


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Um olhar lúcido sobre a Síria

Bashar Assad, presidente sírio, proferiu o seu primeiro discurso em seis meses, prometeu um referendo constitucional em Março e eleições em seis meses. O que mudou? Para já nada. A ditadura está sem saída e as oposições giram na vertigem das conspirações externas e manipulações religiosas. Robert Fisk, jornalista que conhece e observa o Médio Oriente sem preconceitos, deixa-nos neste artigo publicado no Guardian o resultado de um olhar lúcido sobre a Síria.

Corrupção agrava catástrofes PDF Versão para impressão
Produzido por Redacção de The Week   

A ajuda humanitária no mundo sofre de elevados riscos de corrupção, concluiu a Transparency Internacional (TI), instituição que acaba de lançar um guia sobre o modo como as agências podem combater o problema nas respostas a situações de desastre.

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O guia assinala vários exemplos de como a corrupção pode atingir todas as pessoas afectadas ou actuando em áreas de calamidade, incluindo os casos de trabalhadores de instituições de ajuda que trocam alimentação por sexo na África Ocidental, sobreviventes do tsunami em Aceh que estão a ficar sem casa porque os construtores as levantaram sem alicerces e chefes de aldeias que desviaram alimentos destinados aos mais desfavorecidos na Índia em 2001.

Segundo Transparency Internacional, a ajuda humanitária é muito vulnerável à corrupção porque injecta subitamente dinheiro e bens materiais em áreas com míngua de recursos, essa ajuda tem que ser encaminhada rapidamente e muitos países atingidos por calamidades têm instituições frágeis que ficam ainda mais debilitadas quando as crises acontecem.

Além disso, afirma Rosslyn Hees, consultora da TI, a corrupção já é endémica em muitas zonas de desastre.

O guia, publicado em 1 de Fevereiro, informa os trabalhadores dos sectores de ajuda humanitária sobre os modos de lutarem contra a corrupção, designadamente como encaminhar recursos, detectar desvios da ajuda e reprimir a extorsão. Entre as atitudes recomendadas figuram fortes políticas de advertência e detecção e a monitarização dos programas em desenvolvimento.  

A ideia de escrever o guia surgiu depois do tsunami de 2004, quando Transparency Internacional detectou que as agências humanitárias não tinham de facto estratégias para identificar a corrupção, revelou Rosslyn Hees. "Não conseguiam obter provas e ninguém falava disso", acrescentou.

De acordo com a consultora da TI, as agências têm a noção da existência do problema da corrupção, "mas não têm conhecimentos sobre ele". Os responsáveis das agências têm de deixar de encarar a corrupção como um tabu, aconselha o guia.

Sete organizações não-governamentais (ONG's) - Action Aid, CARE International, Catholic Relief Services, Islamic Relief Worldwide, Lutheran World Federation, Save de Children USA e World Vision International - colaboraram na elaboração do guia e tentam agora introduzir reformas no funcionamento e dispositivos de ajuda que permitam minimizar a corrupção.

O ideal será que o combate à corrupção seja travado com uma atitude preventiva, antes que ocorram situações de emergência", disse Rosslyn Hees. Muitos países têm experiência de fenómenos naturais frequentes, como tufões ou furacões, ou crónicos, como cheias, e por isso é possível identificar o género de catástrofes estão para acontecer e que tipo de respostas podem ser preparadas perante os ricos de corrupção", acrescentou.

"Temos mesmo de nos preparar para isso", salientou.

(Texto da autoria da Agência IRIN, um projecto de informação e análise humanitária do Gabinete das Nações Unidas para a Coordenação dos Assuntos Humanitários)

http://www.irinnews.org

 

 

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roberto machado  - A CORRUPÇÃO É O GRANDE MAL DO BRASIL |2010-03-13 00:29:26
A CORRUPÇÃO É O GRANDE MAL DO BRASIL

ENVOLVE OS PODERES EXECUTIVO, LEGISLATIVO E JUDICIÁRIO.


Faço parte dos cidadãos brasileiros que defendem a ética e a moralização da administração pública.


Em 14 de novembro de 1994 fui readmitido a Indústrias Nucleares do Brasil-INB por decisão do Poder Judiciário, baseada no artigo 8º do Ato das Disposições Constitucionais Transitórias da Constituição Federal de 1988, que concede anistia aos servidores punidos e demitidos por motivos políticos. Dentre os fatos que levaram-me a ser interrogado no famigerado SNI, destaco o de ter acusado, comprovando com farta documentação, irregularidades e corrupção que ocorriam no âmbito da administração da empresa em plena ditadura militar.

Em 27 de agosto de 1996, após 21 meses sendo submetido a práticas fascistas, violando direitos humanos, por ordem do presidente da empresa Roberto Nogueira da Franca, continuar defendendo o patrimônio público, ter manifestado minha indignação com a comercial...