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Primeiro ministro de Portugal, 06/02/2012

Devemos persistir, ser exigentes, não sermos piegas
Miguel Portas

O power point

O Conselho Europeu de fim de Janeiro incluiu na sua agenda a palavra maldita dos últimos dois anos: “crescimento”. Terão os 27 chefes de Estado e de governo da União mudado de ideias? Convenceram-se que, afinal, temos um problema de crescimento? Entraram no campeonato do relançamento económico? Sabem, ao menos, se ele é compaginável com a austeridade?


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Mil Palavras

Parlamento da Polónia, Janeiro de 2012

piratasinformaticos01

Protesto de deputados contra o tratado ACTA e a censura na internet

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Reflexões

Relatório da Liga Árabe sobre a Síria

O chefe da delegação da Liga Árabe que se deslocou aos principais focos da guerra civil na Síria elaborou um relatório que está a ser silenciado pela presidência da organização, assumida pelo Qatar. A delegação foi constituída por representantes de todos os países membros e do relatório apenas se dissociaram os enviados da Arábia Saudita, um dos países com menos legitimidade para se pronunciar sobre comportamentos ditatoriais. Versão inglesa; versão francesa.

"A crise também é da democracia" PDF Versão para impressão
Segunda, 19 Julho 2010 11:25

 Rui Tavares, eurodeputado da Esquerda Unitária GUE/NGL eleito como independente pelo Bloco de Esquerda explicou na Universidade de Verão do Partido da Esquerda Europeia, na Moldávia, que a "crise em que vivemos não é apenas económica mas também da democracia".

A Universidade de Verão do Partido da Esquerda Europeia decorreu durante três dias em Chisinau, capital da Moldávia, país ameaçado actualmente por modificações constitucionais restritivas para a democracia a ponto de porem em causa o maior partido do espectro político do país, o Partido dos Comunistas da Moldávia.

"A crise em que vivemos", declarou Rui Tavares na sua intervenção perante os participantes, "não é apenas económica; é uma crise de representação política na Europa; é uma crise de democracia". O eurodeputado sublinhou que esta situação é grave porque, conjugada com a crise económica, faz com que "a sociedade se torne receosa, menos corajosa e não seja uma sociedade que dê a volta à crise". Além disso, disse Rui Tavares, os mecanismos da democracia não funcionam como deviam funcionar: "os mercados mandam, mas não são eleitos; os governos são eleitos e seis meses depois estão a fazer o contrário do que prometeram"; as lacunas de representação são evidentes na União Europeia, onde as instituições dominantes e mais distantes dos cidadãos não são eleitas pelos 500 milhões de europeus.