| Dinheiros comunitários alimentam especulação em Estugarda |
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| Written by Redacção de The Week | |||
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A estação a abater Eurodeputados do grupo da Esquerda Unitária GUE/NGL participaram sexta-feira, dia 3, uma manifestação em Estugarda contra as transformações urbanas envolvendo a construção de uma nova estação ferroviária principal na cidade através de um projecto especulativo, repudiado pela maioria da população, nocivo em termos ambientais e tão dispendioso quanto desnecessário. Durante a manifestação, a eurodeputada alemã Sabine Wils defendeu a suspensão imediata do projecto e da utilização dos fundos comunitários. De acordo com a deputada do Die Linke, o projecto está ferido por um "profundo conjunto de irregularidades desde a fase de planeamento". O objectivo do projecto é demolir a estação ferroviária principal de Estugarda, que a maioria da população da cidade considera perfeitamente adequada às suas necessidades, e construir uma nova estação nas proximidades do aeroporto, subterrânea, apetrechada para comboios de alta velocidade e servida por 30 quilómetros de túneis. Entre as irregularidades existentes, Sabine Wils sublinha, por exemplo, o facto de a empresa à qual foi entregue a empreitada da demolição da estação actual, "Wolf & Miller, não pagar sequer o salário mínimo aos trabalhadores da construção civil. Joe Higgins, eurodeputado irlandês do GUE/NGL, sublinhou que a actual estação é eficiente pelo que os investimentos nas transformações urbanas previstas seriam melhor utilizados na criação de novos empregos e serviços. "Estou a falar de dinheiros atribuídos pela União Europeia", disse. "As ameaças contra o meio ambiente e estruturas existentes é muito séria porque ficam em perigo monumentos, os transportes públicos regionais, zonas verdes e recursos de água": Higgins acrescentou que há "muito boas razões para a população de Estugarda se opor" a um projecto que apenas serve "as empresas de construção, os interesses imobiliários e os bancos".
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