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Documento do regime Merkel, Janeiro de 2012

Dado o cumprimento decepcionante até agora, a Grécia tem de aceitar deslocar a soberania orçamental para o nível europeu durante algum tempo

Miguel Portas

O power point

O Conselho Europeu de fim de Janeiro incluiu na sua agenda a palavra maldita dos últimos dois anos: “crescimento”. Terão os 27 chefes de Estado e de governo da União mudado de ideias? Convenceram-se que, afinal, temos um problema de crescimento? Entraram no campeonato do relançamento económico? Sabem, ao menos, se ele é compaginável com a austeridade?


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Mil Palavras

Parlamento da Polónia, Janeiro de 2012

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Protesto de deputados contra o tratado ACTA e a censura na internet

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Reflexões

Um olhar lúcido sobre a Síria

Bashar Assad, presidente sírio, proferiu o seu primeiro discurso em seis meses, prometeu um referendo constitucional em Março e eleições em seis meses. O que mudou? Para já nada. A ditadura está sem saída e as oposições giram na vertigem das conspirações externas e manipulações religiosas. Robert Fisk, jornalista que conhece e observa o Médio Oriente sem preconceitos, deixa-nos neste artigo publicado no Guardian o resultado de um olhar lúcido sobre a Síria.

Manobras contra o PC da Moldávia são "antidemocráticas e deploráveis" PDF Print
Written by Redacção de The Week   

Declaração de Lothar Bisky, presidente do GUE/GNL, depois de uma visita à Moldávia

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 Lothar Bisky, presidente do GUE/NGL

 

O presidente da Esquerda Unitária (GUE/NGL) no Parlamento Europeu, Lothar Bisky, declarou no final da uma visita de uma delegação parlamentar do grupo à Moldávia que as "manobras" em curso contra o Partido Comunista da Moldávia, o maior do espectro político do país, "são antidemocráticas". "Deploramos a contínua intimidação e isolamento do Partido Comunista e estamos convictos de que é contraproducente".

 

Declaração na íntegra aqui:

http://www.guengl.org/showPage.jsp?ID=8646&AREA=27&HIGH=1

Lothar Bisky recordou que o Partido Comunista recebeu sempre cerca de metade dos voltos nas eleições realizadas na Moldávia durante os últimos 12 anos e que a sugerida proibição por lei da palavra "comunista" em nome de partidos e do uso de símbolos comunistas num período pré-eleitoral é "uma manobra para tentar desacreditar o Partido Comunista da Moldávia". Este partido tem actualmente 48 dos 100 deputados do Parlamento moldavo, onde foi formada uma coligação aritmética pelos vários partidos que somam 52 deputados. Bisky declarou que, perante os graves do problemas do paísm seria mais importante agir mais em termos de "unidade nacional" do que em orientação "anti-comunista.

A medida de supressão de nome e símbolos comunistas  é proposta no relatório da "Comissão de Estudo do Regime Comunista Totalitário na Moldávia" para ser inserida na Constituição a ser referendada brevemente num processo assente num período de preparação que o presidente do GUE/NGL considera "muito curto". Sublinhando que os resultados dos referendos devem ser aceites, Lothar Bisky afirma, por outro lado, que a sua preparação deve ser realizada com tempo para o esclarecimento aprofundado da população e para que todas as vozes concordantes ou discordantes sejam ouvidas. "Dois meses no Verão é um período muito curto", acrescentou o eurodeputado alemão, "mas já que a convocação está decidida apelo a todas as forças políticas e à sociedade civil para proporcionarem a todos os cidadãos uma capacidade de decisão livre e bem informada".

Em relação à proposta constitucional apresentada pela comissão moldava, Bisky lembrou que partidos de esquerda, comunistas, trabalhistas, e "verde-vermelhos" estão a "funcionar em toda a Europa, representados nos parlamentos nacionais, em várias instituições europeias como o Parlamento Europeu, a Assembleia Parlamentar do Conselho da Europa e outras". Milhões de votantes, acrescentou, "apoiam as ideias da Esquerda Europeia e o Partido Comunista da Moldávia é membro do Partido da Esquerda Europeia e partilha os seus valores humanistas e democráticos". Afirmou também que o Partido da Esquerda Europeia foi "o primeiro a apoiar, a pedido do Partido Comunista da Moldávia, a perspectiva europeia para a Moldávia em 2007".

Lothar Bisky fez votos para que, sejam quais forem os resultados do referendo, as eleições a curto prazo previstas na nova Constituição sejam efectivamente realizadas e que num contexto em que as autoridades actuais não conseguem dar resposta à crise económica, provocada sobretudo pela "irresponsabilidade dos grandes bancos," o objectivo de todas as forças políticas seja a "procura de um consenso" sobre como resolver as dificuldades da população.

Além de Lothar Bisky, a delegação do GUE/NGL à Moldávia integrou os parlamentares João Ferreira (português), Jiri Mastalka (checo) e Alfred Rubiks (letão). Os representantes da Esquerda Unitária estiveram em Chisinau, capital da Moldávia, entre 30 de Junho e 2 de Julho e avistaram-se com o primeiro ministro, Vlad Filat, a ministra adjunta dos Negócios Estrangeiros e da Integração Europeia, Nathalia Gherman, deputados das diferentes forças políticas e o embaixador da União Europeia.

 

 

 

 

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