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Primeiro ministro de Portugal, 06/02/2012

Devemos persistir, ser exigentes, não sermos piegas
Miguel Portas

O power point

O Conselho Europeu de fim de Janeiro incluiu na sua agenda a palavra maldita dos últimos dois anos: “crescimento”. Terão os 27 chefes de Estado e de governo da União mudado de ideias? Convenceram-se que, afinal, temos um problema de crescimento? Entraram no campeonato do relançamento económico? Sabem, ao menos, se ele é compaginável com a austeridade?


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Mil Palavras

Parlamento da Polónia, Janeiro de 2012

piratasinformaticos01

Protesto de deputados contra o tratado ACTA e a censura na internet

Instantâneos
Reflexões

Relatório da Liga Árabe sobre a Síria

O chefe da delegação da Liga Árabe que se deslocou aos principais focos da guerra civil na Síria elaborou um relatório que está a ser silenciado pela presidência da organização, assumida pelo Qatar. A delegação foi constituída por representantes de todos os países membros e do relatório apenas se dissociaram os enviados da Arábia Saudita, um dos países com menos legitimidade para se pronunciar sobre comportamentos ditatoriais. Versão inglesa; versão francesa.

Irresponsabilidade pública PDF Print
Written by Marisa Matias   

saudepublica01

 

No início da semana que passou foi notícia o asfixiamento a que estão sujeitas as associações de doentes em Portugal. Há uns anos atrás, pouco ou nada sabia sobre elas. Entretanto, e depois de ter integrado vários projectos de investigação no Centro de Estudos Sociais sobre a realidade das associações de doentes em Portugal, foi com imensa indignação que tomei conhecimento dos atrasos nos pagamentos por parte do Estado português, que lhes deve qualquer coisa como quatro milhões de Euros.

Existem actualmente em Portugal mais de cem associações: doenças raras, de doenças mentais, cancro, SIDA, problemas de desenvolvimento, diabetes, enfim, a lista poderia prosseguir para tanto bastando enumerar as doenças.
Em regra, estão onde o Estado falha: no apoio aos doentes e às suas famílias. Poder-se-ia dizer que os cuidados de saúde integrados deveriam ser responsabilidade pública, mas a verdade é que milhares de doentes dependem da existência destas associações para poderem responder a necessidades básicas.
A crise económica agravou a sua situação, com a diminuição de donativos particulares. Nalguns casos, o cinto não aperta mais.
Acresce que são os doentes mais necessitados os mais desprotegidos.
A esmagadora maioria destas associações faz um trabalho invisível aos olhos da sociedade, mas indispensável a quem a elas recorre. Vivem em muito do trabalho voluntário, até porque, não raro, nasceram pela mão de famílias que atravessaram períodos difíceis e que juntaram forças, transformando a solidariedade em trabalho colectivo. Estas associações são hoje indiscutíveis informadoras de sintomas e experiências de vida que ajudam a medicina a consolidar modelos de tratamento e caminhos da investigação. São ainda, em muitos dos casos, a voz de quem não tem voz. Onde o Estado falha a sociedade não desiste, mas quando o Estado lhes falha são forçadas a procurar, por 'milagre' talvez, outros apoios. É por isso que o desinvestimento público tem face e coroa. Na face, cumprem-se os défices, na coroa são as pessoas que perdem.

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