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The Week
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Primeiro ministro de Portugal, 06/02/2012

Devemos persistir, ser exigentes, não sermos piegas
Miguel Portas

O power point

O Conselho Europeu de fim de Janeiro incluiu na sua agenda a palavra maldita dos últimos dois anos: “crescimento”. Terão os 27 chefes de Estado e de governo da União mudado de ideias? Convenceram-se que, afinal, temos um problema de crescimento? Entraram no campeonato do relançamento económico? Sabem, ao menos, se ele é compaginável com a austeridade?


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Mil Palavras

Parlamento da Polónia, Janeiro de 2012

piratasinformaticos01

Protesto de deputados contra o tratado ACTA e a censura na internet

Instantâneos
Reflexões

Relatório da Liga Árabe sobre a Síria

O chefe da delegação da Liga Árabe que se deslocou aos principais focos da guerra civil na Síria elaborou um relatório que está a ser silenciado pela presidência da organização, assumida pelo Qatar. A delegação foi constituída por representantes de todos os países membros e do relatório apenas se dissociaram os enviados da Arábia Saudita, um dos países com menos legitimidade para se pronunciar sobre comportamentos ditatoriais. Versão inglesa; versão francesa.

Afeganistão entre a realidade e a ficção PDF Print
Tuesday, 20 July 2010 18:03

O presidente do Afeganistão, Ahmid Karzai, anunciou terça-feira perante a conferência mundial de doadores que o seu governo tenciona ficar responsável pela segurança do país a partir de 2014. Hillary Clinton, secretária de Estado norte-americana, comentou que esta decisão não significa que as tropas dos Estados Unidos deixem completamente o país a partir dessa data, mantendo dispositivos militares em regime de supervisão e acompanhamento. Prevê-se também que no próximo ano um apreciável contingente de tropas estrangeiras abandone o país.

Estes movimentos e declarações causaram estranheza em numerosas delegações de países doadores tendo em conta que o ano em curso é, desde o início da invasão, em 2001, o que regista maior número de baixas entre as tropas estrangeiras, que não conseguem controlar a totalidade do território afegão e são vulneráveis até nas imediações de Cabul. Os resultados das ofensivas nos feudos talibãs ficaram além dos objectivos proclamados - o que obrigou à recente mudança do comando morte-americano - pelo que, segundo membros das delegações presentes na conferência, as declarações proferidas podem ter efeito contrário ao pretendido. Por um lado traduzem a possibilidade de a NATO deixar o Afeganistão sem ter ganho a guerra; por outro, levantam receios em relação ao futuro do país porque dificilmente o renovado exército afegão poderá conseguir o que os poderosos e bem equipados contingentes militares estrangeiros não alcançaram.