“Tem problemas com gente da Europa Central ou de Leste? Perdeu o emprego para um polaco, um búlgaro, um romeno ou qualquer outro europeu do Leste? Nós queremos saber..."
O Conselho Europeu de fim de Janeiro incluiu na sua agenda a palavra maldita dos últimos dois anos: “crescimento”. Terão os 27 chefes de Estado e de governo da União mudado de ideias? Convenceram-se que, afinal, temos um problema de crescimento? Entraram no campeonato do relançamento económico? Sabem, ao menos, se ele é compaginável com a austeridade?
O chefe da delegação da Liga Árabe que se deslocou aos principais focos da guerra civil na Síria elaborou um relatório que está a ser silenciado pela presidência da organização, assumida pelo Qatar. A delegação foi constituída por representantes de todos os países membros e do relatório apenas se dissociaram os enviados da Arábia Saudita, um dos países com menos legitimidade para se pronunciar sobre comportamentos ditatoriais. Versão inglesa; versão francesa.
Portugal is today the country with already about one million unemployment, a problems better felt in larger scale in the touristic region by excellence and on which, at the same time, detours are registered in about 300 million Euros in businesses and the public-private partnerships where the State has to pay the privates when the results are lower then the expected. This was the portrait of Portuguese reality done by Miguel Portas in its weekly intervention in the program Conselho Superior at Antena Um radio station.
Os partidos signatários de uma resolução sobre a Síria no Parlamento Europeu, designadamente os dois maiores, PPE (direita) e socialistas, recusaram-se a incluir no documento um parágrafo contra uma eventual intervenção militar externa no país. Porque será? “Não podemos assim garantir que não volte a repetir-se o que se passou na Líbia, assim como não temos garantias de que a União Europeia não volte a desempenhar um papel semelhante ao que desempenhou na Líbia”, deduziu em plenário a eurodeputada Marisa Matias.
MEP Miguel Portas reported in the European Parliament that the question of the eurobonds (euro-obligations) is being assumed by the European governments “at snail pace”, in a “forest of ambiguities”, through “nonsense” concepts and that if they are seen as a contribution to renegotiate the debts of countries in trouble “then, the history for the next years will continue to be written in Greek, based on massive doses of austerity, humiliation and despair”.
Marisa Matias manifested before the European commissioner of Justice the citizens concern before the way European institutions before the sensible questions of data protection and the calling to make them available for third countries, breaking the established trust link when they have become the guardians of such informations, wihc configures a breach of trust.
As instâncias que dirigem o funcionamento do Parlamento Europeu recusaram-se a incluir no debate e nas votações da sessão plenária que decorreu durante a semana em Estrasburgo uma proposta da Esquerda prevendo o congelamento dos salários dos eurodeputados nos valores de 2012, denunciou Miguel Portas. “Isto não é compreendido por ninguém fora deste Parlamento”, acrescentou.
Em poucos minutos de uma simples sessão plenária uma esmagadora maioria de deputados do Parlamento Europeu tomou decisões que representam violações primárias do direito internacional ignorando as ocupações do Saara Ocidental e da Palestina.
Como a Comissão Europeia tem poucos problemas para resolver decidiu escolher como prioridade impor a alteração do tradicional método de secagem do bacalhau em Portugal por um sistema de origem nórdica que aplica químicos e altera o sabor do produto. Marisa Matias contou a história, tão estranha como real, no plenário do Parlamento Europeu, em Estrasburgo
Spanish companies already can fire workers without governmental permission, paying 20 days for each year of work as the an annual maximum. “Free and open dismissal”, the unions accuse, ready to resist and with a general strike on the horizon.
O primeiro ministro italiano, não eleito, Mario Monti fez uma declaração perante o Parlamento Europeu sobre a situação no seu país qualificada pela Esquerda Unitária como “uma justificação do dogma defeituoso da austeridade”.
Marisa Matias desafiou a Comissão Europeia a definir-se em matéria de fundos estruturais porque ao mesmo tempo que promete reprogramá-los para apoiar pequenas e médias empresas e criar emprego também ameaça congelá-los aos países que não cumprirem metas de défices e dívida.
O partido neofascista holandês PVV criou um site incitando os cidadãos a denunciarem os imigrantes com os quais consideram ter problemas. O primeiro ministro, Mark Rutte, recusa-se a comentar o facto. "Já recebemos mais de 32 mil relatórios", gaba-se o fuhrer da organização.
O governo alemão diz que “foi só o primeiro passo” e em 27 de Fevereiro o Parlamento de Berlim debaterá o plano de resgate à Grécia depois de adoptado domingo pela maioria dos deputados do Parlamento de Atenas, uma votação marcada pela dissidência de dezenas de deputados dos dois maiores partidos. Só no início de Março, e depois do parecer alemão, a cimeira europeia desbloqueará ou não o segundo resgate de 130 mil milhões de Euros. Entretanto será indispensável que por ordens do Eurogrupo o governo grego aprove mais 325 milhões de euros de cortes sociais em cima do plano de austeridade.
O grupo da Esquerda Unitária (GUE/NGL) no Parlamento Europeu exigiu durante o debate sobre a próxima cimeira europeia uma mudança da política de modo “a proteger os interesses dos povos, não os dos bancos”.
O grupo comandado pela Alemanha que bloqueia o programa de ajuda alimentar aos mais desfavorecidos na Europa mantém a sua posição. “É uma vergonha”, declarou Younus Omarjee, do GUE/NGL, em Estrasburgo.