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Tuesday, 13 April 2010 11:50 |
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Os protestos iniciados há um mês na Tailândia pelos partidários do antigo primeiro ministro Takhsin Shinawatri, exigindo a demissão do actual governo, começaram a provocar rupturas no sistema de poder depois dos episódios de violência que provocaram 21 mortos e quase 900 feridos em Bangkok durante o fim-de-semana. O chefe das forças armadas admitiiu pela primeira vez que a demissão do governo de Ahhisit Vejajva e a convocação de eleições gerais antecipadas pode ser uma solução viável para "restabelecer a paz". O chefe do governo continua a recusar demitir-se, afirma que tem as forças armadas do seu lado mas alega que não tem responsabilidades na violência militar exercida contra os manifestantes. Comentadores políticos na capital tailandesa afirmam que surgiram sinais de divisão no interior do aparelho miltar. Entretanto, a comissão eleitoral defendeu a dissolução do Partido Democrata, no governo, por ter recebido donativos ilegítimos. Representantes dos manifestantes garantem que os protestos vão continuar até à demissão do governo. O seu inspirador, Taksin Shinawatri, um multimilionário e grande comunicador demitido em 2006 por golpe de Estado depois de ter sido acusado de corrupção, está exilado no estrangeiro e adquiriu recentemente a nacionalidade montenegrina.
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