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The Week
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PVV, neofascistas holandeses (3º partido)

“Tem problemas com gente da Europa Central ou de Leste? Perdeu o emprego para um polaco, um búlgaro, um romeno ou qualquer outro europeu do Leste? Nós queremos saber..."

Miguel Portas

O power point

O Conselho Europeu de fim de Janeiro incluiu na sua agenda a palavra maldita dos últimos dois anos: “crescimento”. Terão os 27 chefes de Estado e de governo da União mudado de ideias? Convenceram-se que, afinal, temos um problema de crescimento? Entraram no campeonato do relançamento económico? Sabem, ao menos, se ele é compaginável com a austeridade?


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Mil Palavras

Atenas, Domingo Cruel

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Thanassis Stavrakis, 12/02/2012

Instantâneos
Reflexões

Relatório da Liga Árabe sobre a Síria

O chefe da delegação da Liga Árabe que se deslocou aos principais focos da guerra civil na Síria elaborou um relatório que está a ser silenciado pela presidência da organização, assumida pelo Qatar. A delegação foi constituída por representantes de todos os países membros e do relatório apenas se dissociaram os enviados da Arábia Saudita, um dos países com menos legitimidade para se pronunciar sobre comportamentos ditatoriais. Versão inglesa; versão francesa.

Piratas informáticos atacaram Parlamento Europeu PDF Print
Thursday, 26 January 2012 15:52

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O site Europarl e o funcionamento da internet no Parlamento Europeu sofreram perturbações na quinta-feira, dia em que a União Europeia assinou o ACTA, tratado contra o comércio online de produtos contrafeitos.

De acordo com informação oficial divulgada pelos serviços do Parlamento Europeu, os ataques externos foram coordenados pelo grupo “Anonymous Hackers” como protesto contra a assinatura do tratado e também pelo encerramento do site Megaupload imposto nos Estados Unidos pelo FBI.

Os serviços do Parlamento informaram igualmente que estão a realizar esforços para reduzir o impacto dos ataques.

O ACTA (Anti-Counterifeiting Trade Agreement) nasceu por iniciativa do Japão e dos Estados Unidos; à elaboração juntaram-se várias outras nações, incluindo as da União Europeia e a Suíça. A UE assinou quinta-feira o tratado, que data de 1 de Outubro de 2011, e envolve já o Japão, os Estados Unidos, o Canadá, Austrália e Nova Zelândia, Marrocos, Singapura e Coreia do Sul. O objectivo alegado pelos signatários é a protecção da propriedade intelectual de trabalhos e produtos cujas versões contrafeitas são comercializadas online.

As organizações que contestam o tratado afirmam que este foi elaborado sem consultar a sociedade civil e os países em desenvolvimento, além de pôr em causa os direitos cívicos e digitais dos cidadãos, atingir a liberdade de expressão e ter mecanismos de invasão da privacidade. Os países promotores do tratado escolheram como consultores do documento as grandes multinacionais norte-americanas, as grandes empresas farmacêuticas dos Estados Unidos e a International Intelectual Property Alliance, que inclui os impérios cinematográficos e discográficos.

O Megaupload, site de carga e descarga de produtos online foi encerrado há uma semana pelo FBI.

Estes processos decorrem em paralelo com os projectos SOPA e PIPA apresentados no Congresso dos Estados Unidos e que são igualmente acusados de ser mecanismos que, a pretexto da defesa da propriedade intelectual, têm um potencial elevado de institucionalização da censura na internet.