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The Week
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PVV, neofascistas holandeses (3º partido)

“Tem problemas com gente da Europa Central ou de Leste? Perdeu o emprego para um polaco, um búlgaro, um romeno ou qualquer outro europeu do Leste? Nós queremos saber..."

Miguel Portas

O power point

O Conselho Europeu de fim de Janeiro incluiu na sua agenda a palavra maldita dos últimos dois anos: “crescimento”. Terão os 27 chefes de Estado e de governo da União mudado de ideias? Convenceram-se que, afinal, temos um problema de crescimento? Entraram no campeonato do relançamento económico? Sabem, ao menos, se ele é compaginável com a austeridade?


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Mil Palavras

Atenas, Domingo Cruel

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Thanassis Stavrakis, 12/02/2012

Instantâneos
Reflexões

Relatório da Liga Árabe sobre a Síria

O chefe da delegação da Liga Árabe que se deslocou aos principais focos da guerra civil na Síria elaborou um relatório que está a ser silenciado pela presidência da organização, assumida pelo Qatar. A delegação foi constituída por representantes de todos os países membros e do relatório apenas se dissociaram os enviados da Arábia Saudita, um dos países com menos legitimidade para se pronunciar sobre comportamentos ditatoriais. Versão inglesa; versão francesa.

Grécia: troika prepara mais austeridade porque a austeridade falhou PDF Print
Wednesday, 25 January 2012 17:31

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O programa orçamental grego “derrapou”, as receitas públicas ficaram abaixo do previsto em 2011 pelo que, segundo a Zona Euro, Atenas se deverá submeter a reformas “mais ambiciosas” e chegar a acordo com os credores privados.

Sem que estas condições sejam concretizadas, afirmam os ministros das Finanças dos países da Zona Euro, o presidente do Eurogrupo e o comissário europeu da pasta, a troika não concretizará o resgate de 130 mil milhões de euros já acordado para tentar reduzir a dívida soberana grega de mais de 170 para 120 por cento do PIB. Ao mesmo tempo, segundo as exigências apresentadas, o governo grego deve ainda conseguir com que as reformas gerem crescimento económico e emprego de forma a tornar a gestão da dívida sustentável. Todos os programas de ajustamento aplicados até agora na Grécia tiveram como resultados aumentar a dívida e afundar o país na recessão e no caos social.

Segundo o Eurogrupo, o FMI vai trabalhar num novo “programa de ajustamento” para a Grécia que a Zona Euro apenas aceitará se for subscrito “por todos os partidos políticos”, tanto os que se revêem no governo tecnocrático de Papademus como os da oposição.

Os esforços não devem incidir apenas na parte orçamental, segundo o comissário Olli Rehn. “Deverão acelerar a aplicação de reformas estruturais para reforçar a economia e o crescimento”; o próprio Rehn admitiu que a brutal carga de impostos e a “cura de rigor” não proporcionaram as receitas públicas previstas em 2011.

O Eurogrupo pressiona também Atenas a entender-se com os credores privados – as negociações estão suspensas – porque estes se recusam a trocar novas obrigações pelas antigas a taxas de juro abaixo dos quatro por cento. Os bancos afirmam que se forem obrigados a descer dessa fronteira o processo deixará se ser “voluntário” mas obrigatório e poderá criar ainda mais confusão numa situação já confusa.